Alerta alerta, há algum homem por aí?
Decidi mimar-vos com este Post, partilhando a personalidade que, para mim, é a mais bonita do nosso país.
É que fica bem de qualquer maneira. De lado, de cima, com maquilhagem, natural ou com açúcar.
Até com rolos na cabeça e com a cara em obras!!!
Deus que estás aí em cima, tu ouve-me por favor: é nela, Cláudia Veira (ouviste bem?), que quero reencarnar noutra vida, ok?
Se calhar, convém rezar umas Avé Marias para ser mais credível.
Não chegando ser linda que dói, transpira simpatia e tem um marido estupidamente lindo.
Há gente que nasce de cú virado para a Lua.
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sábado, 7 de setembro de 2013
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Que raio...
...de desgosto que apanhei quando soube que este mocinho tão jeitoso, que me colava ao ecrã a ver o Prison Break, é gay.
Tenho o coração partido.
Vou só ali recompôr-me.
Tenho o coração partido.
Vou só ali recompôr-me.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Obrigada, infinitamente Obrigada!
Será possível sentir-se a morte de quem não se conhece?
Será possível ficar em suspenso longos segundos, por quem nunca nos tirou o fôlego?
Hoje percebi que sim, como fui percebendo com outras situações semelhantes.
Conhecem esta cara?
E agora?
Beatriz Quintella era conhecida como a Dra. da Graça e fez sorrir e curar muitos angústias dos mais pequenos.
Foi esta cara que me fez querer fazer parte da Operação Nariz Vermelho, que nunca consegui mas admirava à distância.
Era actriz, palhaço e contadora de histórias. Dividia o seu tempo entre a casa, o marido e os 3 filhotes, a Operação Nariz Vermelho (da qual é uma das fundadoras) e o grupo de teatro para crianças Planeta Maravilha. Trabalhava também regularmente para a Fundação do Gil como contadora de histórias no estabelecimento Prisional de Tires.
Uma heroína dos meus sonhos, uma estrela agora no céu.
Morreu hoje, aos 50 anos, e não quis velório nem nenhuma celebração. Talvez porque já tivesse planos de lá em cima, num plano superior, fazer rir os que precisam de paz.
Obrigada Beatriz, infinitamente obrigada.
Hoje, todos os narizes estarão vermelhos e bem acesos para ti. Até Sempre***
Será possível ficar em suspenso longos segundos, por quem nunca nos tirou o fôlego?
Hoje percebi que sim, como fui percebendo com outras situações semelhantes.
Conhecem esta cara?
E agora?
Beatriz Quintella era conhecida como a Dra. da Graça e fez sorrir e curar muitos angústias dos mais pequenos.
Foi esta cara que me fez querer fazer parte da Operação Nariz Vermelho, que nunca consegui mas admirava à distância.
Era actriz, palhaço e contadora de histórias. Dividia o seu tempo entre a casa, o marido e os 3 filhotes, a Operação Nariz Vermelho (da qual é uma das fundadoras) e o grupo de teatro para crianças Planeta Maravilha. Trabalhava também regularmente para a Fundação do Gil como contadora de histórias no estabelecimento Prisional de Tires.
Uma heroína dos meus sonhos, uma estrela agora no céu.
Morreu hoje, aos 50 anos, e não quis velório nem nenhuma celebração. Talvez porque já tivesse planos de lá em cima, num plano superior, fazer rir os que precisam de paz.
Obrigada Beatriz, infinitamente obrigada.
Hoje, todos os narizes estarão vermelhos e bem acesos para ti. Até Sempre***
domingo, 1 de setembro de 2013
Que nervos!!!
Não suporto que assassinem a nossa língua só porque sim e tento ser compreensiva com quem não tem culpa de ter tido uma má formação ou professores pouco exigentes.
Os erros ortográficos são sapos que nunca consigo engolir e tento não ser desagradável quando aparece aqui algum, aliás, mantenho-me calada.
Mas seria pouco sincera se dissesse que não reparo. Reparo e até me dá os calores!
Se o que importa é falar, comunicar? Talvez. Mas vamos ser elegantes nisso e sensatos.
Isto tudo é fruto de uma professora primária pior que o Hitler, que me obrigava a escrever 20 vezes a mesma palavra que tinha errado.
Sem falar na moda dos X e dos K em tudo o que é linguagem adolescente e não só.
Fiko kom uma neura k nem vox paxa pela kabexa, apetece-me logo korrer td à xapada!
Exkrevam portuguêx pá!!!! Ai o Kar...
Os erros ortográficos são sapos que nunca consigo engolir e tento não ser desagradável quando aparece aqui algum, aliás, mantenho-me calada.
Mas seria pouco sincera se dissesse que não reparo. Reparo e até me dá os calores!
Se o que importa é falar, comunicar? Talvez. Mas vamos ser elegantes nisso e sensatos.
Isto tudo é fruto de uma professora primária pior que o Hitler, que me obrigava a escrever 20 vezes a mesma palavra que tinha errado.
Sem falar na moda dos X e dos K em tudo o que é linguagem adolescente e não só.
Fiko kom uma neura k nem vox paxa pela kabexa, apetece-me logo korrer td à xapada!
Exkrevam portuguêx pá!!!! Ai o Kar...
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
As coisas ruins que me passam pela cabeça...
...quando vejo carrinhos de bebé no meio das multidões!
Eles são Feiras Medievais, eles são Mercados á pinha, eles são Santos Populares. Porquê minha gente, porquê?!
Acham mesmo que é interessante para a criança estar ali horas e horas? Acham mesmo que não incomodam ninguém?
"Ah e tal, não tinha onde deixar" - azar, não fossem. "Ah e tal, quando tiver filhos vai ver" - ser mãe é ter um atestado de burrice? Creio que não.
Isto dá-me uns calores que nem imaginam. Só me apetece deixar vir a minha veia portuense ao de cima e desatar a dizer palavrões de cada vez que me pisam com as rodinhas, ou de cada vez que TODA a gente pára, porque suas excelências vão passar.
Parque? Jardim? Passeio á beira-mar? Nada disso, parece que é MUITO mais interessante encarar rios de gente, andar 1 metro por hora debaixo de muito calor.
Ai Vânia Filipa, tu vai beber um copinho de água para não descair a conversa!
É que não há mesmo pachorra.
Eles são Feiras Medievais, eles são Mercados á pinha, eles são Santos Populares. Porquê minha gente, porquê?!
Acham mesmo que é interessante para a criança estar ali horas e horas? Acham mesmo que não incomodam ninguém?
"Ah e tal, não tinha onde deixar" - azar, não fossem. "Ah e tal, quando tiver filhos vai ver" - ser mãe é ter um atestado de burrice? Creio que não.
Isto dá-me uns calores que nem imaginam. Só me apetece deixar vir a minha veia portuense ao de cima e desatar a dizer palavrões de cada vez que me pisam com as rodinhas, ou de cada vez que TODA a gente pára, porque suas excelências vão passar.
Parque? Jardim? Passeio á beira-mar? Nada disso, parece que é MUITO mais interessante encarar rios de gente, andar 1 metro por hora debaixo de muito calor.
Ai Vânia Filipa, tu vai beber um copinho de água para não descair a conversa!
É que não há mesmo pachorra.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Para hoje.
Estou de volta ao meu Porto e a viagem para cima, foi tranquila embora demorada. Vim de carro e fui parando algumas vezes.
Uma das vezes porque a meio da A1, vi alguns condutores a encostarem à berma com os 4 piscas e fazerem gestos para as pessoas pararem. Percebi de imediato que alguém precisava de ajuda.
Saí do carro mas não tinha ainda avistado nada de anormal. Ouvia sim, um choro de um bebé que não parava. Um choro forte, agudo, de dor.
Quando olho para o separador central, estava um carro capotado, encaixado ali, com os vidros todos partidos e em mau estado. Para o meu lado da estrada, atravessava uma das passageiras, toda ensanguentada com uma bebé ao colo, cortada e cheia de sangue também. Com elas, um miúdo de seis/sete anos a tremer e em estado de choque. Ainda me aproximei dele, mas não quis que ninguém lhe tocasse, nem beber água nem nada. Aninhou-se no chão, a chorar compulsivamente e a gritar pelo nome da bebé.
A senhora ali continuava, a abanar a criança (deveria ter 1 ano) e dizer "calma bebé, calma", nem deveria ter percebido que ela própria tinha o braço massacrado com vidros.
Segurei na cadeira da bebé, que gritava sem parar e fiquei congelada ali, eu própria a tremer e a absorver a aflição daqueles três.
Passou nesse instante uma ambulância que parou e deu assistência.
Nessa altura também, quando eu achava que não havia mais ninguém no carro acidentado, sai de lá o condutor, todo coberto em sangue, com o cabelo e cabeça com vidros mas a caminhar pelo próprio pé.
Todos diziam que estavam bem, apenas em pânico pela bebé.
Por coincidência, um dos carros que veio a parar junto a nós, era de um médico que analisou logo a bebé. Eu ali já nada fazia, só assistia a uma série de tubos que colocaram na criança.
Pousei a cadeira da bebé junto à berma, perguntei se precisavam de mais alguma coisa e desfizeram-se em agradecimentos.
Estavam bem amparados agora e eu podia seguir viagem.
A última coisa que ouvi foi a senhora (avó da criança) a chorar e a implorar para que a neta não morresse.
Entrei no carro, ainda a tremer e chocada, e chorei quase a viagem toda até casa.
Chorei pelo sofrimento que vi. Por ver em primeira mão que a vida é tão frágil.
E que podia ter sido qualquer um de nós.
Não sei mais o que se passou com aquela família, mas torço para que a pequenina tenha resistido.
Por isto e por tantas coisas, vamos aproveitar o dia de hoje e fazer coisas felizes!
Uma das vezes porque a meio da A1, vi alguns condutores a encostarem à berma com os 4 piscas e fazerem gestos para as pessoas pararem. Percebi de imediato que alguém precisava de ajuda.
Saí do carro mas não tinha ainda avistado nada de anormal. Ouvia sim, um choro de um bebé que não parava. Um choro forte, agudo, de dor.
Quando olho para o separador central, estava um carro capotado, encaixado ali, com os vidros todos partidos e em mau estado. Para o meu lado da estrada, atravessava uma das passageiras, toda ensanguentada com uma bebé ao colo, cortada e cheia de sangue também. Com elas, um miúdo de seis/sete anos a tremer e em estado de choque. Ainda me aproximei dele, mas não quis que ninguém lhe tocasse, nem beber água nem nada. Aninhou-se no chão, a chorar compulsivamente e a gritar pelo nome da bebé.
A senhora ali continuava, a abanar a criança (deveria ter 1 ano) e dizer "calma bebé, calma", nem deveria ter percebido que ela própria tinha o braço massacrado com vidros.
Segurei na cadeira da bebé, que gritava sem parar e fiquei congelada ali, eu própria a tremer e a absorver a aflição daqueles três.
Passou nesse instante uma ambulância que parou e deu assistência.
Nessa altura também, quando eu achava que não havia mais ninguém no carro acidentado, sai de lá o condutor, todo coberto em sangue, com o cabelo e cabeça com vidros mas a caminhar pelo próprio pé.
Todos diziam que estavam bem, apenas em pânico pela bebé.
Por coincidência, um dos carros que veio a parar junto a nós, era de um médico que analisou logo a bebé. Eu ali já nada fazia, só assistia a uma série de tubos que colocaram na criança.
Pousei a cadeira da bebé junto à berma, perguntei se precisavam de mais alguma coisa e desfizeram-se em agradecimentos.
Estavam bem amparados agora e eu podia seguir viagem.
A última coisa que ouvi foi a senhora (avó da criança) a chorar e a implorar para que a neta não morresse.
Entrei no carro, ainda a tremer e chocada, e chorei quase a viagem toda até casa.
Chorei pelo sofrimento que vi. Por ver em primeira mão que a vida é tão frágil.
E que podia ter sido qualquer um de nós.
Não sei mais o que se passou com aquela família, mas torço para que a pequenina tenha resistido.
Por isto e por tantas coisas, vamos aproveitar o dia de hoje e fazer coisas felizes!
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Não gosto.
De me esquecer de pôr o telemóvel em silêncio;
Que me liguem SEMPRE quando não dá jeito atender;
Chegar em cima da hora ao trabalho e perceber que há um desvio de última hora na rua;
De dormir mal e porcamente, sempre a assoar-me e acordar com as duas narinas entupidas;
De me lembrar que sou mulher, NAQUELE dia do mês;
Lembrar-me toooooodo o dia de dar os parabéns áquela pessoa e deixar passar a meia-noite;
Ir a uma loja, de propósito e não encontrar o que queria;
Pegar em dois ou três artigos baratos, perceber que não temos dinheiro, querer pagar de MB e não deixarem por ser inferior a 5€;
Tirar a senha numa outra loja,perceber que faltam imensos números, queimar tempo na loja para que passe rápido e perceber que o número afinal já passou.
Hoje estou assim. Fui.
Que me liguem SEMPRE quando não dá jeito atender;
Chegar em cima da hora ao trabalho e perceber que há um desvio de última hora na rua;
De dormir mal e porcamente, sempre a assoar-me e acordar com as duas narinas entupidas;
De me lembrar que sou mulher, NAQUELE dia do mês;
Lembrar-me toooooodo o dia de dar os parabéns áquela pessoa e deixar passar a meia-noite;
Ir a uma loja, de propósito e não encontrar o que queria;
Pegar em dois ou três artigos baratos, perceber que não temos dinheiro, querer pagar de MB e não deixarem por ser inferior a 5€;
Tirar a senha numa outra loja,perceber que faltam imensos números, queimar tempo na loja para que passe rápido e perceber que o número afinal já passou.
Hoje estou assim. Fui.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Rggghhhhh...
Sou a única a achar (não, não vou falar do Benfica) que passadeiras logo em cima das rotundas, é mais perigoso que não existirem?
Uma pessoa vai lançada, na sua mão, a fazer a rotunda como deve ser e de repente trava a fundo porque na saída tem quase sempre uma passadeira. Um dia destes alguém trava de repente (se travar!!!) e pumba...alguém bate por trás.
É pá francamente...não podem colocar as ditas cujas mais distantes uns metros?
Entendo bem os peões e visto muito esse papel, mas caramba...um dia passo por cima de alguém e nem dou conta. Haja paciência!!!
Uma pessoa vai lançada, na sua mão, a fazer a rotunda como deve ser e de repente trava a fundo porque na saída tem quase sempre uma passadeira. Um dia destes alguém trava de repente (se travar!!!) e pumba...alguém bate por trás.
É pá francamente...não podem colocar as ditas cujas mais distantes uns metros?
Entendo bem os peões e visto muito esse papel, mas caramba...um dia passo por cima de alguém e nem dou conta. Haja paciência!!!
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