Ainda eu morava no Porto, já ouvia falar no Chapitô. Pela Tv, pelos Magazines de Cultura e sempre que a Teresa Ricou (mentora e directora do Projecto) aparecia por este ou aquele motivo.
Para quem gosta das Expressões, o Chapitô (Escola de Circo, arte essa que curiosamente não sou muito fã) é O sítio a ir. É O lugar para estar.
O Chapitô é uma organização não governamental situada na Costa do Castelo em Lisboa, com uma vista de cortar a respiração, num espaço pluridisciplinar onde se desenvolvem actividades em três áreas distintas em permanente articulação: Apoio Social, Formação e Cultura.
Como associação cultural sem fins lucrativos, ONG e Instituição Particular de Solidariedade Social, com estatuto de Superior Interesse Social e Manifesto Interesse Cultural, tem como matriz a intervenção e integração social através das artes.
O que eu não sabia e fiquei a saber, no ano em que me mudei para cá,2009, o Chapitô foi o vencedor do Prémio Gulbenkian Beneficência 2009, sendo reconhecido o mérito do esforço desenvolvido com vista à reinserção social e capacitação profissional, essencialmente orientada para os jovens.
Um sítio com uma carga emocional enorme, que nos coloca um bichinho que rói rói rói e não sai mais.
Fui lá esta Sexta Feira que passou e fiquei apaixonada. Mal pus o pé lá dentro, senti borboletas na barriga e num suspiro, percebi que o Chapitô entrava para o meu Top 5 dos lugares que aquecem o coração.
Mal entrei lá, dei de caras com a loja deles, onde há de tudo um pouco referente ás artes do espectáculo, artigos de artesanato e algumas brincadeiras com crítica social, como estes bonecos de Voodoo,
Somos depois brindados com uma série de pormenores circenses, românticos e líricos, e até frases mágicas que nos envolvem do início ao fim.
Lá dentro, tudo se torna intimista, a meia luz, tal e qual a vida se torna quando nos viramos mais para nós, quando nos permitimos sentir!
E claro...foi mais uma vez o Teatro que me levou a conhecer este espaço. "A Culpa é do Mordomo" é uma comédia bem portuguesa, com muitos momentos de chorar a rir. Conheço pessoalmente um dos actores e recomendo vivamente a peça, não se irão arrepender!
Obrigada Pedro Luzindro ( o próprio do Mordomo!) pela simpatia pós-espectáculo, por nos receberes tão bem, pelo talento que mostras e por manteres o teatro ao nível que eu gosto de ver: o que faz a gargalhada sair, os olhos ficarem sem piscar e o coração a bater palmas.
Visitem o Chapitô, vejam a peça e sejam felizes :)
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domingo, 9 de novembro de 2014
domingo, 2 de novembro de 2014
3 filmes. 2 restaurantes. 1 concerto.
Com o tempo, fui perdendo o hábito de partilhar o que vou conhecendo e de vos passar as minhas sugestões. Não se trata de preguiça, mas talvez vontade de "recolher" mais informação para fazer depois um texto como este: cheio de tudo, com alma e vontade.
Há por aí amantes de cinema? Então juntem-se a mim:)
Confesso que quando vi este cartaz, não dei nada por ele. Mesmo assim, arrisquei e foi o melhor que fiz.
"Entre 1983 e 2005, durante os terríveis anos da Guerra Civil que assolou o Sudão, estima-se que mais de dois milhões de pessoas tenham perdido a vida. Em busca de abrigo, um sem-número de famílias deixou as suas casas e seguiu em direcção a campos de refugiados. Devido à situação caótica em que viviam, perto de 27 mil crianças foram separadas dos pais, fazendo o trajecto sozinhas. Eram estes os "lost boys/girls", crianças de todas as idades que, fugindo aos perigos e, muitas vezes, acompanhadas pelos irmãos, percorriam milhares de quilómetros para alcançar os campos. Alguns anos mais tarde, um esforço humanitário levou para os EUA algumas destas crianças".
Uma realidade recente, muito recente, assustadoramente real. Com que direito se tira a vida a alguém? Com que direito se definem outras vidas à força? Chorei, ri-me, senti o coração apertadinho e fiquei incrédula, no final, quando nos é revelado que os principais actores sãos os PRÓPRIOS refugiados. Vejam! Este é um verdadeiro soco no estômago, mas daqueles que não abrem ferida, abrem a mente!
É o filme que todos falam, é verdade, mas não o fui ver por isso. Fui ver porque conheço o actor de teatros amadores e gosto do seu trabalho.
Fui agradavelmente surpreendida, mas gostei mais das paisagens e vistas de Lisboa (lindas!) e da banda sonora (Ana Moura e não só) do que o argumento. Conta a história de Jó que é expulso de casa pelo pai no dia em que faz anos. Sem ter sítio para onde ir, refugia-se no terraço do prédio de Rosa, que acabou de perder o marido. Ele tem 18 anos e ela 73. É o mote para uma amizade fora de série. Com realização de António-Pedro Vasconcelos ("Jaime"), é uma história incomum sobre o amor e a amizade entre dois seres que, contra todas as probabilidades, se completam nas suas diferenças.
Preparem-se apenas para o tipo de vocabulário que continuam a insistir em usar, como se nós portugueses disséssemos sete palavrões em cada dez palavras. Sei que pode dar mais ênfase ao texto e puxa a gargalhada em muitas situações, mas chega a um ponto que é falta de gosto.
Tirando isso, vale a pena ver!
Grande, grande filme!!! Um dos melhores do ano e imperdível. A adaptação do best-seller de Gillian Flynn (no original, "Gone Girl") conta uma história sórdida entre várias camadas de ilusão, mentiras e frenesim mediático; uma história que se alicerça no poder do storytelling (tanto no próprio enredo, como nos utilizados mecanismos para o trazer à vida) e na eterna contenda entre a percepção e a realidade.
Sagaz, cáustico e perverso, parte como uma exploração fascinante sobre narrativas duvidosas e do poder escorregadio dos media, capaz de agarrar ideias profundas sobre a identidade pessoal, a forma como nos apresentamos perante o outro e as relações, e transpô-las para um enredo metafórico que serve totalmente as necessidades de entretenimento do público moderno.
Vejam!!!
Toda a gente que me conhece sabe que fico vidrada de uma boa vista, de uma boa paisagem. De tal maneira, que quase morro para o resto à minha volta.
Há dois sítios em Lisboa, distintos entre eles, quer em preço quer em conceito, que em comum têm um postal vivo de Lisboa, enquanto comemos.
Noo Bai - A dois passos do Bairro Alto e Chiado.
o espaço é simpático e confortável, as esplanadas bem dispostas, o salão interior bonito e viajado, a banda sonora escolhida a dedo, as sugestões de bebidas e comidas são airosas...
La Paparrucha - No Príncipe Real.
Este tira o fôlego, mal entramos! É um sítio diferente, com qualidade nos pratos, simpatia no atendimento e uma envolvência de cair o queixo. O preço também faz-nos cair qualquer coisa, é daqueles restaurantes bons para ir uma vez ou duas no ano e já é uma festa!
Para acabar o dia em beleza, que tal um concerto a fazer recordar velhos tempos?
Sara Tavares
Ainda era pequena quando te vi pela primeira vez, tímida, no concurso sensação da altura. Segui-te desde então, sabia que serias a Estrela das Estrelas no meio da Chuva. E fui, na Sexta, outra vez pequena, ao aplaudir-te como se fosse a primeira vez!
Sala cheia, coração cheio, num Teatro lindo de morrer, a fazer jus a todo o espectáculo! Cantar o "Bom feeling" de braços abertos e olhos fechados, com toda a gente de pé, é uma imagem que dificilmente vou esquecer.
E por me sentir uma miúda, fui vestida como uma miúda!! (momento de gajas agora, desculpem!)
Quem me conhece, sabe que NUNCA uso calções ou saias. Mas viva ás excepções :)))
Um bem hajas Sara!!!
Bom Domingo silenciosos :)
Há por aí amantes de cinema? Então juntem-se a mim:)
Confesso que quando vi este cartaz, não dei nada por ele. Mesmo assim, arrisquei e foi o melhor que fiz.
"Entre 1983 e 2005, durante os terríveis anos da Guerra Civil que assolou o Sudão, estima-se que mais de dois milhões de pessoas tenham perdido a vida. Em busca de abrigo, um sem-número de famílias deixou as suas casas e seguiu em direcção a campos de refugiados. Devido à situação caótica em que viviam, perto de 27 mil crianças foram separadas dos pais, fazendo o trajecto sozinhas. Eram estes os "lost boys/girls", crianças de todas as idades que, fugindo aos perigos e, muitas vezes, acompanhadas pelos irmãos, percorriam milhares de quilómetros para alcançar os campos. Alguns anos mais tarde, um esforço humanitário levou para os EUA algumas destas crianças".
Uma realidade recente, muito recente, assustadoramente real. Com que direito se tira a vida a alguém? Com que direito se definem outras vidas à força? Chorei, ri-me, senti o coração apertadinho e fiquei incrédula, no final, quando nos é revelado que os principais actores sãos os PRÓPRIOS refugiados. Vejam! Este é um verdadeiro soco no estômago, mas daqueles que não abrem ferida, abrem a mente!
É o filme que todos falam, é verdade, mas não o fui ver por isso. Fui ver porque conheço o actor de teatros amadores e gosto do seu trabalho.
Fui agradavelmente surpreendida, mas gostei mais das paisagens e vistas de Lisboa (lindas!) e da banda sonora (Ana Moura e não só) do que o argumento. Conta a história de Jó que é expulso de casa pelo pai no dia em que faz anos. Sem ter sítio para onde ir, refugia-se no terraço do prédio de Rosa, que acabou de perder o marido. Ele tem 18 anos e ela 73. É o mote para uma amizade fora de série. Com realização de António-Pedro Vasconcelos ("Jaime"), é uma história incomum sobre o amor e a amizade entre dois seres que, contra todas as probabilidades, se completam nas suas diferenças.
Preparem-se apenas para o tipo de vocabulário que continuam a insistir em usar, como se nós portugueses disséssemos sete palavrões em cada dez palavras. Sei que pode dar mais ênfase ao texto e puxa a gargalhada em muitas situações, mas chega a um ponto que é falta de gosto.
Tirando isso, vale a pena ver!
Grande, grande filme!!! Um dos melhores do ano e imperdível. A adaptação do best-seller de Gillian Flynn (no original, "Gone Girl") conta uma história sórdida entre várias camadas de ilusão, mentiras e frenesim mediático; uma história que se alicerça no poder do storytelling (tanto no próprio enredo, como nos utilizados mecanismos para o trazer à vida) e na eterna contenda entre a percepção e a realidade.
Sagaz, cáustico e perverso, parte como uma exploração fascinante sobre narrativas duvidosas e do poder escorregadio dos media, capaz de agarrar ideias profundas sobre a identidade pessoal, a forma como nos apresentamos perante o outro e as relações, e transpô-las para um enredo metafórico que serve totalmente as necessidades de entretenimento do público moderno.
Vejam!!!
Toda a gente que me conhece sabe que fico vidrada de uma boa vista, de uma boa paisagem. De tal maneira, que quase morro para o resto à minha volta.
Há dois sítios em Lisboa, distintos entre eles, quer em preço quer em conceito, que em comum têm um postal vivo de Lisboa, enquanto comemos.
Noo Bai - A dois passos do Bairro Alto e Chiado.
o espaço é simpático e confortável, as esplanadas bem dispostas, o salão interior bonito e viajado, a banda sonora escolhida a dedo, as sugestões de bebidas e comidas são airosas...
La Paparrucha - No Príncipe Real.
Este tira o fôlego, mal entramos! É um sítio diferente, com qualidade nos pratos, simpatia no atendimento e uma envolvência de cair o queixo. O preço também faz-nos cair qualquer coisa, é daqueles restaurantes bons para ir uma vez ou duas no ano e já é uma festa!
Para acabar o dia em beleza, que tal um concerto a fazer recordar velhos tempos?
Sara Tavares
Ainda era pequena quando te vi pela primeira vez, tímida, no concurso sensação da altura. Segui-te desde então, sabia que serias a Estrela das Estrelas no meio da Chuva. E fui, na Sexta, outra vez pequena, ao aplaudir-te como se fosse a primeira vez!
Sala cheia, coração cheio, num Teatro lindo de morrer, a fazer jus a todo o espectáculo! Cantar o "Bom feeling" de braços abertos e olhos fechados, com toda a gente de pé, é uma imagem que dificilmente vou esquecer.
E por me sentir uma miúda, fui vestida como uma miúda!! (momento de gajas agora, desculpem!)
Quem me conhece, sabe que NUNCA uso calções ou saias. Mas viva ás excepções :)))
Um bem hajas Sara!!!
Bom Domingo silenciosos :)
segunda-feira, 30 de junho de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
Garatujar
Hoje foi um dia especial lá no trabalho: após semanas de ensaios, o meu grupo apresentou o primeiro teatro de fantoches (feito com colheres de pau). Sim, aqueles meninos que mal falavam quando lá chegaram, um deles tinha só 8 meses. Outros pouco mais que isso, ainda achavam que o sol tinha mil cores e que um sapato era só para trincar.
Agora já refilam, argumentam como se fossem donos da razão, calçam-se sozinhos, pedem para repetir ás refeições e até me corrigem quando meto o pé na argola.
Lá do alto dos seus quase 4 anos, riem-se quando tropeço ou faço dois totós para me parecer com algumas meninas.
Lá do alto dos seus 4 anos, tiveram de me ouvir em modo repeat durante um mês, com as mesmas falas e músicas, com as interrupções do que estava mal ensaiado e os nervos que todos estávamos.
Já todos sabíamos de cor a história do Teatro: "O monstro das festinhas", que tinha tanto de engraçado como de verdadeiro...no fundo, todos nós procuramos alguém que que nos faça saltar o coração :)
E o meu saltou. No início, durante e no fim, em diferentes estados. De repente, 567 sermões depois e 23145 ensaios repetitivos, ali estavam eles, do alto dos seus 4 anos, a provarem-me que sou uma chata e que sofro por antecipação. Já não era eu que os orientava, eram eles a mim!
Minutos antes, só lhes dizia "Eu e a F., gostamos muito de vocês e vai correr tudo bem!" - o ar deles de desconfiados e ao mesmo tempo de "Isso já sabemos nós...qual a novidade?", fez-me ver o tempo a voar.
Como voa tudo aquilo que gostamos e onde nos sentimos bem.
Ali, na Garatuja (nome do Colégio onde trabalho, que significa os primeiros rabiscos das crianças, quando percebem que podem usar algo para criar numa folha) tudo passa a voar. Pelas boas condições, pelas profissionais, pelas directrizes que seguem, pelo que passam ás crianças e pelo espaço em si.
Tenho muito gosto em fazer parte da equipa, onde amadureci e onde fui eu...sempre feliz.
Visitem o site e "garatujem" connosco - http://garatuja.pt
Até já silenciosos!
Agora já refilam, argumentam como se fossem donos da razão, calçam-se sozinhos, pedem para repetir ás refeições e até me corrigem quando meto o pé na argola.
Lá do alto dos seus quase 4 anos, riem-se quando tropeço ou faço dois totós para me parecer com algumas meninas.
Lá do alto dos seus 4 anos, tiveram de me ouvir em modo repeat durante um mês, com as mesmas falas e músicas, com as interrupções do que estava mal ensaiado e os nervos que todos estávamos.
Já todos sabíamos de cor a história do Teatro: "O monstro das festinhas", que tinha tanto de engraçado como de verdadeiro...no fundo, todos nós procuramos alguém que que nos faça saltar o coração :)
E o meu saltou. No início, durante e no fim, em diferentes estados. De repente, 567 sermões depois e 23145 ensaios repetitivos, ali estavam eles, do alto dos seus 4 anos, a provarem-me que sou uma chata e que sofro por antecipação. Já não era eu que os orientava, eram eles a mim!
Minutos antes, só lhes dizia "Eu e a F., gostamos muito de vocês e vai correr tudo bem!" - o ar deles de desconfiados e ao mesmo tempo de "Isso já sabemos nós...qual a novidade?", fez-me ver o tempo a voar.
Como voa tudo aquilo que gostamos e onde nos sentimos bem.
Ali, na Garatuja (nome do Colégio onde trabalho, que significa os primeiros rabiscos das crianças, quando percebem que podem usar algo para criar numa folha) tudo passa a voar. Pelas boas condições, pelas profissionais, pelas directrizes que seguem, pelo que passam ás crianças e pelo espaço em si.
Tenho muito gosto em fazer parte da equipa, onde amadureci e onde fui eu...sempre feliz.
Visitem o site e "garatujem" connosco - http://garatuja.pt
Até já silenciosos!
domingo, 29 de dezembro de 2013
Sushizar
Num ano em que me dediquei a mim e experimentei de tudo um pouco, decidi que o ano não podia acabar sem concretizar mais uma curiosidade.
Depois de fazer acupunctura, massagem Tui Na, de ter conhecido Madrid, de ter feito depilação definitiva, de ter secado derrames, de ter feito uma tatuagem, de ter feito a única dieta da minha vida...chegou a altura de me aventurar no Sushi ( um prato da culinária japonesa que possui origem numa antiga técnica de conservação da carne de peixe em arroz avinagrado).
Antes de provar pensei "seja o que Deus quiser...!" mas não precisei de rezas nenhumas. Gostei muito, sobrevivi e curiosamente não me soube a peixe mesmo...aquele sabor que nos faz franzir a sobrancelha com ar de nojo.
Fui sem medo até porque não sou esquisita, adoro comer e conhecer novos pratos.
Expliquei à senhora que era a primeira vez e sendo assim, prepararam um prato "leve" com Sushi e Sashimi (consiste em finíssimas lâminas de peixe cru) muito apetecível. No entanto, o primeiro prato servido foi Sushi quente...e isso sim, foi o melhor, sem dúvida!
Não delirei com o Sashimi, confesso que me fui esquivando. Mas o Sushi surpreendeu-me!!!
Não fiquei viciada como dizem tantas vezes que se fica...talvez vá ficando nas próximas oportunidades.
Acompanhei com um Chá Verde e só faltou aquela musiquinha de fundo oriental (tim non ning on tu na ning).
Para sobremesa, virei-me para o chocolate, com a desculpa que queria cortar o sabor dos pratos. Na realidade, chocolate é sempre bem vindo!!!
Fiquei foi impressionada com o preço...puxa, muito caro. Duas pessoas, 40€ (ok, tínhamos um voucher de 20€...mas pagamos o resto, foi o que safou!) e não comemos quase nada.
Chiça, doeu...sobe-me logo a veia nortenha, dá logo vontade de dizer "Obrigadinha mas vão roubar para o C****" - mas vá, calma, deixamos um sorriso ;)
Fica a dica, mesmo a fechar o ano. Não tenham medo só porque parece estranho.
Há surpresas escondidas, basta termos vontade de as procurar!
Bom resto de Domingo***
Depois de fazer acupunctura, massagem Tui Na, de ter conhecido Madrid, de ter feito depilação definitiva, de ter secado derrames, de ter feito uma tatuagem, de ter feito a única dieta da minha vida...chegou a altura de me aventurar no Sushi ( um prato da culinária japonesa que possui origem numa antiga técnica de conservação da carne de peixe em arroz avinagrado).
Antes de provar pensei "seja o que Deus quiser...!" mas não precisei de rezas nenhumas. Gostei muito, sobrevivi e curiosamente não me soube a peixe mesmo...aquele sabor que nos faz franzir a sobrancelha com ar de nojo.
Fui sem medo até porque não sou esquisita, adoro comer e conhecer novos pratos.
Expliquei à senhora que era a primeira vez e sendo assim, prepararam um prato "leve" com Sushi e Sashimi (consiste em finíssimas lâminas de peixe cru) muito apetecível. No entanto, o primeiro prato servido foi Sushi quente...e isso sim, foi o melhor, sem dúvida!
Não delirei com o Sashimi, confesso que me fui esquivando. Mas o Sushi surpreendeu-me!!!
Não fiquei viciada como dizem tantas vezes que se fica...talvez vá ficando nas próximas oportunidades.
Acompanhei com um Chá Verde e só faltou aquela musiquinha de fundo oriental (tim non ning on tu na ning).
Para sobremesa, virei-me para o chocolate, com a desculpa que queria cortar o sabor dos pratos. Na realidade, chocolate é sempre bem vindo!!!
Fiquei foi impressionada com o preço...puxa, muito caro. Duas pessoas, 40€ (ok, tínhamos um voucher de 20€...mas pagamos o resto, foi o que safou!) e não comemos quase nada.
Chiça, doeu...sobe-me logo a veia nortenha, dá logo vontade de dizer "Obrigadinha mas vão roubar para o C****" - mas vá, calma, deixamos um sorriso ;)
Fica a dica, mesmo a fechar o ano. Não tenham medo só porque parece estranho.
Há surpresas escondidas, basta termos vontade de as procurar!
Bom resto de Domingo***
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Um jantar. Um espectáculo. Um pensamento.
Andei um pouco desaparecida, mil desculpas!
Mas com a azáfama do Natal a chegar, a vida nos Colégios acelera e muito. Está aberta a temporada de purpurinas coloridas espalhadas por todo o lado e agarradas ao cabelo e à roupa, de horas que passam a correr, de trabalhos que têm que ser feitos e paredes que têm de ser decoradas.
Mesmo assim, há que ter tempo para tudo e por isso vim sentar-me um pouco aqui no sofá da Sala, pôr-me à conversa com vocês enquanto bebo um cappuccino e partilho algumas sugestões.
Na Terça Feira, o maridão levou-me a jantar...a uma Gruta. Sim, literalmente ou quase.
A Gruta do Paraíso é um restaurante inserido num ambiente histórico, onde se pode rever parte da Cerca Fernandina. Uma sala bem pequena mas acolhedora, perto do Terreiro do Paço em Lisboa. Para quem quiser jantares românticos e acessíveis, fica a dica.
A meu ver, não é muito bem servido na quantidade, mas a qualidade da degustação pareceu-me bastante bem.
Gostei :)
Ontem foi dia de ir ver meu ídolo de sempre, pela terceira vez desde que cá estou em Lisboa: venham os cépticos todos, os desmancha prazeres mas o Herman José é o MÁORIIIII!
No Teatro Villaret, a Sala encheu e ainda bem...ele merece :)
O que eu me ri, o que eu fui feliz ao ouvi-lo!!!
Pelo que foi e pelo que me passou na infância, quando era uma pirralhita que só comia a sopa se estivesse a dar Tal Canal...acreditam nisto?!
Vai estar dia 19, mais uma vez no Villaret. Quem puder, não perca :))
Quando o espetáculo terminou, soube da morte de Mandela.
Não foi surpresa, verdade, mas há sempre aquele suspiro inevitável de quando o mundo se encolhe.
Esteja onde estiver Mandela, que continue ver as melhores coisas da vida. As de um Mundo que, um dia, foi melhor.
Bom fim de semana***
Mas com a azáfama do Natal a chegar, a vida nos Colégios acelera e muito. Está aberta a temporada de purpurinas coloridas espalhadas por todo o lado e agarradas ao cabelo e à roupa, de horas que passam a correr, de trabalhos que têm que ser feitos e paredes que têm de ser decoradas.
Mesmo assim, há que ter tempo para tudo e por isso vim sentar-me um pouco aqui no sofá da Sala, pôr-me à conversa com vocês enquanto bebo um cappuccino e partilho algumas sugestões.
Na Terça Feira, o maridão levou-me a jantar...a uma Gruta. Sim, literalmente ou quase.
A Gruta do Paraíso é um restaurante inserido num ambiente histórico, onde se pode rever parte da Cerca Fernandina. Uma sala bem pequena mas acolhedora, perto do Terreiro do Paço em Lisboa. Para quem quiser jantares românticos e acessíveis, fica a dica.
A meu ver, não é muito bem servido na quantidade, mas a qualidade da degustação pareceu-me bastante bem.
Gostei :)
Ontem foi dia de ir ver meu ídolo de sempre, pela terceira vez desde que cá estou em Lisboa: venham os cépticos todos, os desmancha prazeres mas o Herman José é o MÁORIIIII!
No Teatro Villaret, a Sala encheu e ainda bem...ele merece :)
O que eu me ri, o que eu fui feliz ao ouvi-lo!!!
Pelo que foi e pelo que me passou na infância, quando era uma pirralhita que só comia a sopa se estivesse a dar Tal Canal...acreditam nisto?!
Vai estar dia 19, mais uma vez no Villaret. Quem puder, não perca :))
Quando o espetáculo terminou, soube da morte de Mandela.
Não foi surpresa, verdade, mas há sempre aquele suspiro inevitável de quando o mundo se encolhe.
Esteja onde estiver Mandela, que continue ver as melhores coisas da vida. As de um Mundo que, um dia, foi melhor.
Bom fim de semana***
sábado, 2 de novembro de 2013
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