Numa altura em que me sinto mais carregada de tudo, pessoal e profissionalmente, percebo que felizmente...ainda somos para os outros, aquilo que pretendemos ser. Ainda somos olhados da forma que desejamos e que tantas vezes achamos impossivel de mostrar.
Num dia pouco famoso para mim, numa fase em que se avizinha muito empenho profissional e que me preparo para mais um aniversário longe do meu habitat natural, percebi que o amor que colocamos nas coisas e o esforço pessoal com que derrotamos, muitas vezes,um leão por dia...pode ser tudo para alguém.
Durante mais uma dia de trabalho, passou-se isto:
"Maria, o que é que estás a dizer que a Vânia é?!"
- "Uma Lua que brilha!"
"Porquê uma Lua?"
- "Porque os teus olhos estão sempre a brilhar".
Escusado será dizer que ganhei o dia.
Mais tarde, perguntaram-me que Lua poderia eu ser: Quarto Crescente, Minguante, Nova, Cheia... a ser mesmo uma Lua, só poderia ser Cheia. Porque tal como ela, percebi que a vontade de ser sempre melhor que ontem, se reflecte por inteiro na Terra à volta.
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quarta-feira, 4 de março de 2015
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Não me apetece dar título a isto.
Num país em que a adopção de crianças por casais homossexuais é chumbada e a venda da PT aprovada, só me resta concluir que, infelizmente, é muito melhor termos dezenas de canais, internet ás paletes e telefone fixo, do que dar a oportunidade a uma criança órfã, de ter uma casa. Ai Portugal, Portugal...de que é que estás à espera?
Já sei que possivelmente, ninguém irá aqui opinar, porque sempre que abordo politiquices religião ou futebol, fica tudo calado que nem um rato. Gente, aqui na Sala fala-se de tudo. E eu, como Educadora de Infância vos garanto, que as crianças fazem uma leitura do amor da forma que tem de ser, não distinguem se vem em formato homossexual ou não.
O amor, seja de que forma for, é e será sempre saudável. A ausência ou privação do mesmo, é que tem duras consequências.
(E como diz o Filipe Vargas) Das duas uma: ou os 120 deputados que votaram contra a adopção por casais homossexuais são todos voluntários assíduos em orfanatos e dão metade do seu ordenado às instituições que acolhem estas crianças sem família, ou caso contrário não entendo como é que podem hoje dormir com a consciência tranquila.
Já sei que possivelmente, ninguém irá aqui opinar, porque sempre que abordo politiquices religião ou futebol, fica tudo calado que nem um rato. Gente, aqui na Sala fala-se de tudo. E eu, como Educadora de Infância vos garanto, que as crianças fazem uma leitura do amor da forma que tem de ser, não distinguem se vem em formato homossexual ou não.
O amor, seja de que forma for, é e será sempre saudável. A ausência ou privação do mesmo, é que tem duras consequências.
(E como diz o Filipe Vargas) Das duas uma: ou os 120 deputados que votaram contra a adopção por casais homossexuais são todos voluntários assíduos em orfanatos e dão metade do seu ordenado às instituições que acolhem estas crianças sem família, ou caso contrário não entendo como é que podem hoje dormir com a consciência tranquila.
domingo, 18 de janeiro de 2015
sábado, 20 de dezembro de 2014
Paneleirices
Há coisas difíceis de perceber. Mesmo! Eu que até nem sou de me chocar com nada, aprecio tudo o que saia da caixa, tenho sérias dificuldades em adaptar-me a algumas ideias estranhas que vão aparecendo por aí. Acho que no fundo nem se trata de adaptação ou não, é talvez falta de necessidade para o que anda a saltitar por aí, só porque é Natal.
Por exemplo, ontem li esta notícia:
"Aproveitando a época das festividades, que tal transformar o seu cocó em algo com mais brilho? Acredita, é para isso que existe a “GlitterPills“. A marca tem um “menu” com 30 tipos de pílulas preenchidas com diferentes cores que vão desde o preto elegante ao dourado, passando por rosa e azul. No entanto, a loja online que vende os produtos alerta para o consumo das pílulas, que são destinadas apenas para fins de decoração, ideal para quem quer presentear os seus amigos com algo inusitado."
Cocó que brilha, portanto. Que lindo. Como se a merda deixasse de ser merda, porque lhe injectam uma espécie de glamour. A sério que há pessoas que ponderam gastar dinheiro nisto?
Se a moda pega, pensem que cada vez que os gases apertam, há uma espécie de brisa de purpurinas a sair (estou a tentar fantasiar a coisa e adornar com palavras bonitas) pelo rabo.
Ou então, podiam pensar em reestruturar todo o conceito da Color Run: sem tintas, só bufinhas coloridas.
Isto na minha terra não se chama glamour, chamam-se de
P-A-N-E-L-E-I-R-I-C-E-S.
Como hoje de manhã por exemplo: vi um croissant a ser servido de faca e garfo.
Fiquei durante longos segundos a apreciar a cena e a pensar "Houve algum UpGrade de boas maneiras ou sou mesmo eu que sou labrega?!"
Bom senso, haja bom senso. E esse sim, até pode ser servido com toda a etiqueta!
Por exemplo, ontem li esta notícia:
"Aproveitando a época das festividades, que tal transformar o seu cocó em algo com mais brilho? Acredita, é para isso que existe a “GlitterPills“. A marca tem um “menu” com 30 tipos de pílulas preenchidas com diferentes cores que vão desde o preto elegante ao dourado, passando por rosa e azul. No entanto, a loja online que vende os produtos alerta para o consumo das pílulas, que são destinadas apenas para fins de decoração, ideal para quem quer presentear os seus amigos com algo inusitado."
Cocó que brilha, portanto. Que lindo. Como se a merda deixasse de ser merda, porque lhe injectam uma espécie de glamour. A sério que há pessoas que ponderam gastar dinheiro nisto?
Se a moda pega, pensem que cada vez que os gases apertam, há uma espécie de brisa de purpurinas a sair (estou a tentar fantasiar a coisa e adornar com palavras bonitas) pelo rabo.
Ou então, podiam pensar em reestruturar todo o conceito da Color Run: sem tintas, só bufinhas coloridas.
Isto na minha terra não se chama glamour, chamam-se de
P-A-N-E-L-E-I-R-I-C-E-S.
Como hoje de manhã por exemplo: vi um croissant a ser servido de faca e garfo.
Fiquei durante longos segundos a apreciar a cena e a pensar "Houve algum UpGrade de boas maneiras ou sou mesmo eu que sou labrega?!"
Bom senso, haja bom senso. E esse sim, até pode ser servido com toda a etiqueta!
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Eu JURO que não andei a beber...
...mas sou só eu que vejo semelhanças nestes dois?!
Oh Jared filho, eu que gostava tanto de ti!
Vou tentar não sonhar com isto. Prometo.
Oh Jared filho, eu que gostava tanto de ti!
Vou tentar não sonhar com isto. Prometo.
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Desculpem?!?
Sempre quis ser jornalista, entre outras paixões. Acabei na missão de Educadora e apenas leitora de jornais. Mesmo assim, tenho a certeza que até os meus miúdos escolheriam uma legenda melhor para estes senhores da Música. "Mais velhos e mais gordos?"?!?
Se isto fosse sobre as Doce, falaria de quê? Varizes e celulite? Perdoa-nos este Jornalismo, música portuguesa.
Se isto fosse sobre as Doce, falaria de quê? Varizes e celulite? Perdoa-nos este Jornalismo, música portuguesa.
sábado, 22 de novembro de 2014
Ainda.
Ainda não mergulhei em alto mar.
Ainda não escrevi um livro.
Ainda não fui mãe.
Ainda não consigo resistir a um bom sentido de humor.
Ainda não vi um concerto do John Mayer.
Ainda não deixei de gostar da Madonna.
Ainda não saio de casa sem perfume ou olhar uma única vez ao espelho.
Ainda não gosto de conduzir á chuva.
Ainda ninguém me roubou para dançar.
Ainda não aprendi a trocar um pneu.
Ainda não sei jogar xadrez.
Ainda não gritei na proa de um navio "I am the Queen of the world".
Ainda não visitei Itália.
Ainda não me canso de maus feitios.
Ainda não me esqueci da tua voz.
Ainda não tenho paciência para falsos moralismos.
Ainda não perdi a angústia de andar de avião.
Ainda não gosto de jogar ás cartas.
Ainda não aprendi a gostar de álcool.
Ainda não venci a asma.
Ainda não sei o que é viver sem saudades.
Ainda ninguém me convenceu que o pôr do sol é mais bonito do que o nascer do dia.
Ainda não vi estradas mais bonitas do que as do Alentejo.
Ainda não sei viver sem amigos.
Ainda me passo com filas de trânsito.
Ainda não deixei de dizer palavrões quando um gato se atravessa à frente do carro e me faz travar em sobressalto.
Ainda não me rendi ao acordo ortográfico.
Ainda não me esqueci do cheiro das torradas da minha avó paterna.
Ainda não passo sem café.
Ainda não tenho respostas para todas as perguntas.
Ainda ninguém me convenceu a gostar de ginástica.
Ainda não consigo resistir a chocolate.
Mas...já fui trabalhar de Pijama. E isso é e será sempre qualidade de vida!
Dia Nacional do Pijama 2014
Ainda não escrevi um livro.
Ainda não fui mãe.
Ainda não consigo resistir a um bom sentido de humor.
Ainda não vi um concerto do John Mayer.
Ainda não deixei de gostar da Madonna.
Ainda não saio de casa sem perfume ou olhar uma única vez ao espelho.
Ainda não gosto de conduzir á chuva.
Ainda ninguém me roubou para dançar.
Ainda não aprendi a trocar um pneu.
Ainda não sei jogar xadrez.
Ainda não gritei na proa de um navio "I am the Queen of the world".
Ainda não visitei Itália.
Ainda não me canso de maus feitios.
Ainda não me esqueci da tua voz.
Ainda não tenho paciência para falsos moralismos.
Ainda não perdi a angústia de andar de avião.
Ainda não gosto de jogar ás cartas.
Ainda não aprendi a gostar de álcool.
Ainda não venci a asma.
Ainda não sei o que é viver sem saudades.
Ainda ninguém me convenceu que o pôr do sol é mais bonito do que o nascer do dia.
Ainda não vi estradas mais bonitas do que as do Alentejo.
Ainda não sei viver sem amigos.
Ainda me passo com filas de trânsito.
Ainda não deixei de dizer palavrões quando um gato se atravessa à frente do carro e me faz travar em sobressalto.
Ainda não me rendi ao acordo ortográfico.
Ainda não me esqueci do cheiro das torradas da minha avó paterna.
Ainda não passo sem café.
Ainda não tenho respostas para todas as perguntas.
Ainda ninguém me convenceu a gostar de ginástica.
Ainda não consigo resistir a chocolate.
Mas...já fui trabalhar de Pijama. E isso é e será sempre qualidade de vida!
Dia Nacional do Pijama 2014
sábado, 21 de junho de 2014
Ai Portugal, Portugal...
Porque gosto de rir e porque entendo a tristeza dos homens portugueses...
Já percebi porque vêem TODOS os outros jogos!
Mas vá, já chega. Ponham lá um repórter giro e de jeito para nós meninas, OLHARMOS mais para o Mundial ;)
Bom fim de semana***
Já percebi porque vêem TODOS os outros jogos!
Mas vá, já chega. Ponham lá um repórter giro e de jeito para nós meninas, OLHARMOS mais para o Mundial ;)
Bom fim de semana***
terça-feira, 17 de junho de 2014
Quando não são as tatuagens que marcam...
Gosto de tatuagens. Discretas, simples e pequenas mas gosto. Demorei anos e anos a fazer a minha, só aos 31 me decidi porque tive quem me acompanhasse e lá fui eu. Doeu para caneco, só não chorei por vergonha, mas não me arrependo.
Não fiquei viciada nem com o bichinho das tattoos, mas estou seriamente a pensar fazer outra, para desgosto da minha mãe.
Se tudo for feito com bom gosto e bom senso, tudo é aceitável. E mesmo quando os nossos olhos são invadidos por corpos todos grafitados, não temos o direito de julgar ninguém. Uma pessoa tatuada tem de andar na droga? Tem de estar ligada ao álcool ou a doenças contagiosas? Têm de ser delinquentes?
Partilho com vocês, o testemunho de um jornalista, que dá que pensar...ainda há muito preconceito neste país.
"No processo de liquidação do Serviço Nacional de Saúde em curso, alguns hospitais aqui da Parvónia vão-se destacando em casos que só não podem ser designados como sendo de mera incompetência porque são intencionais – ou seja, determinados pelas administrações, no cumprimento de ordens vindas «de cima» –, mas também de pura negligência médica e…
E, pior ainda, do mais revoltante fascismo social. Nisso, dando razão a Michel Foucault, quando o filósofo apontava este tipo de estabelecimentos de saúde como espaços concentracionários, não muito diferentes das prisões e dos quartéis.
Um desses hospitais campeões em incompetência planeada, negligência e fascismo social é o de Cascais. Surpreendidos? Não fiquem: Cascais é terra de Tios e Tias e por aqui está-se a revalorizar cada vez mais essa coisa a que se chama Estatuto Social.
Ou seja, se sais da norma de comportamento estabelecida pela burguesia bem instalada – e, com a crise, enriquecida, porque a desgraça coletiva anda a beneficiar esta gente de Cascais como nunca antes, com um visível aumento do número de Ferraris e Lamborghinis a circular pela Marginal –, bem podes sofrer sérias consequências por isso.
Foi agora o que aconteceu com a Lipa, namorada do meu filho Lourenço. Triste decisão a deles de terem deixado a sua casa em Lisboa a fim de virem morar para Carcavelos. Poucos dias depois de se terem mudado e já estão a comer pela calada.
Eu explico: acontece que a Lipa é body piercer num centro comercial. Logo, tem tatuagens da cabeça aos pés. Tal como o Lourenço, tatuador e ele também body piercer, com atividade profissional em Carcavelos.
Acontece também que a Lipa está com uma infeção urinária que tem resistido à medicação, sendo que esta, como se tal não bastasse, lhe provoca grave indisposição. Cheia de dores logo após a mudança de casa, foi de madrugada, acompanhada pelo Lourenço, ao Hospital de Cascais.
E o que encontrou neste? Logo para começar, o pior dos tratamentos por parte da equipa médica das Urgências, que devido ao seu aspeto físico (tatuagens, piercings, roupas, etc.) logo a determinou como toxicodependente (não é, escusado seria dizer) e a tratou como nem se tratam os animais.
Tiraram sangue à Lipa, pensando esta que para verificarem o estado da sua infeção. Mas não, não foi esta a análise a que se procedeu, mas à de HIV. Os médicos partiram do preconceituoso princípio de que, se a jovem estava tatuada, era por ser uma marginal com sida.
A realização da análise que era realmente necessária foi por eles recusada. Tem de ir ao hospital onde foi diagnosticada, o de S. José – disseram eles –, para trazer as análises que já realizou e levá-las ao médico de família. Que a Lipa agora não tem, precisamente porque mudou de residência e de concelho.
Voltou para casa sem assistência médica, às dores nos rins e à febre alta se acrescentando a dor da humilhação. Apenas porque, simplesmente, além de cumprir as ordens ministeriais de não fazer despesas, o Hospital de Cascais não gostou que ela não tivesse simplesmente uma borboleta na omoplata direita, como é habitual entre as dondocas locais que se divertem a mostrar os bonecos respetivos nas partys.
No dia seguinte o Lourenço teve de a deixar sozinha para se deslocar ao Hospital de S. José a fim de, na sua inocência de jovem, pedir as tais análises. Em Lisboa disseram-lhe o que vocês já devem estar a suspeitar: que teria bastado ao Hospital de Cascais um pedido formal para eles imediatamente lhes passarem os dados.
Explicaram: esse tipo de informação passa-se de hospital para hospital, de médico para médico. Não lhe posso dar a si as análises, Cascais é que tem de as solicitar. O facto de não o terem feito só revela má vontade, disseram ao meu filho.
Até que o casal se meteu a caminho, outra vez, do hospital, mas desta vez com a minha companhia, para garantir que não fossem recebidos novamente como cidadãos de segunda. Enfim, de nada lhes valeu a não ser eu chamar uns nomes a quem estava por perto e apontar tudo o que estava a suceder no Livro de Reclamações.
Os argumentos eram, segundo a enfermeira da Triagem, de que «os sistemas informáticos dos dois hospitais são incompatíveis» e, segundo a médica que atendeu a Lipa, de que «não temos contactos com S. José», como se nunca tivesse sido inventado o telefone.
Mas olhe que você está melhor, comentou a dita clínica à rapariga. Melhor? Mas melhor com que termo de comparação, se a única análise que ela tinha à frente era a da sida?
Pois, se ainda tinham dúvidas de que este Governo tem por objetivo destruir o sistema de saúde público, e se não queriam acreditar que o fascismo está aí outra vez a definir quem é e não é socialmente aceitável, aqui fica uma história – deve haver muitas outras – a provar o contrário.
Tens tatuagens à vista? Pois não vás ao Hospital de Cascais se não quiseres ver a tua dignidade espezinhada. Por ali não se pratica nem humanidade, nem o juramento hipocrático, nem o que é suposto que o SNS faça. O que se pratica é a arrogância de um sistema que te esfrega na cara a condenação de que és lixo.
A Lipa lá ficou na cama, a chorar de dores e de raiva. E eu aqui estou a fazer a única coisa que (ainda?) posso fazer: contar o que aconteceu."
Rui Eduardo Paes
Jornalista cultural e crítico de música
Enfim...
Não fiquei viciada nem com o bichinho das tattoos, mas estou seriamente a pensar fazer outra, para desgosto da minha mãe.
Se tudo for feito com bom gosto e bom senso, tudo é aceitável. E mesmo quando os nossos olhos são invadidos por corpos todos grafitados, não temos o direito de julgar ninguém. Uma pessoa tatuada tem de andar na droga? Tem de estar ligada ao álcool ou a doenças contagiosas? Têm de ser delinquentes?
Partilho com vocês, o testemunho de um jornalista, que dá que pensar...ainda há muito preconceito neste país.
"No processo de liquidação do Serviço Nacional de Saúde em curso, alguns hospitais aqui da Parvónia vão-se destacando em casos que só não podem ser designados como sendo de mera incompetência porque são intencionais – ou seja, determinados pelas administrações, no cumprimento de ordens vindas «de cima» –, mas também de pura negligência médica e…
E, pior ainda, do mais revoltante fascismo social. Nisso, dando razão a Michel Foucault, quando o filósofo apontava este tipo de estabelecimentos de saúde como espaços concentracionários, não muito diferentes das prisões e dos quartéis.
Um desses hospitais campeões em incompetência planeada, negligência e fascismo social é o de Cascais. Surpreendidos? Não fiquem: Cascais é terra de Tios e Tias e por aqui está-se a revalorizar cada vez mais essa coisa a que se chama Estatuto Social.
Ou seja, se sais da norma de comportamento estabelecida pela burguesia bem instalada – e, com a crise, enriquecida, porque a desgraça coletiva anda a beneficiar esta gente de Cascais como nunca antes, com um visível aumento do número de Ferraris e Lamborghinis a circular pela Marginal –, bem podes sofrer sérias consequências por isso.
Foi agora o que aconteceu com a Lipa, namorada do meu filho Lourenço. Triste decisão a deles de terem deixado a sua casa em Lisboa a fim de virem morar para Carcavelos. Poucos dias depois de se terem mudado e já estão a comer pela calada.
Eu explico: acontece que a Lipa é body piercer num centro comercial. Logo, tem tatuagens da cabeça aos pés. Tal como o Lourenço, tatuador e ele também body piercer, com atividade profissional em Carcavelos.
Acontece também que a Lipa está com uma infeção urinária que tem resistido à medicação, sendo que esta, como se tal não bastasse, lhe provoca grave indisposição. Cheia de dores logo após a mudança de casa, foi de madrugada, acompanhada pelo Lourenço, ao Hospital de Cascais.
E o que encontrou neste? Logo para começar, o pior dos tratamentos por parte da equipa médica das Urgências, que devido ao seu aspeto físico (tatuagens, piercings, roupas, etc.) logo a determinou como toxicodependente (não é, escusado seria dizer) e a tratou como nem se tratam os animais.
Tiraram sangue à Lipa, pensando esta que para verificarem o estado da sua infeção. Mas não, não foi esta a análise a que se procedeu, mas à de HIV. Os médicos partiram do preconceituoso princípio de que, se a jovem estava tatuada, era por ser uma marginal com sida.
A realização da análise que era realmente necessária foi por eles recusada. Tem de ir ao hospital onde foi diagnosticada, o de S. José – disseram eles –, para trazer as análises que já realizou e levá-las ao médico de família. Que a Lipa agora não tem, precisamente porque mudou de residência e de concelho.
Voltou para casa sem assistência médica, às dores nos rins e à febre alta se acrescentando a dor da humilhação. Apenas porque, simplesmente, além de cumprir as ordens ministeriais de não fazer despesas, o Hospital de Cascais não gostou que ela não tivesse simplesmente uma borboleta na omoplata direita, como é habitual entre as dondocas locais que se divertem a mostrar os bonecos respetivos nas partys.
No dia seguinte o Lourenço teve de a deixar sozinha para se deslocar ao Hospital de S. José a fim de, na sua inocência de jovem, pedir as tais análises. Em Lisboa disseram-lhe o que vocês já devem estar a suspeitar: que teria bastado ao Hospital de Cascais um pedido formal para eles imediatamente lhes passarem os dados.
Explicaram: esse tipo de informação passa-se de hospital para hospital, de médico para médico. Não lhe posso dar a si as análises, Cascais é que tem de as solicitar. O facto de não o terem feito só revela má vontade, disseram ao meu filho.
Até que o casal se meteu a caminho, outra vez, do hospital, mas desta vez com a minha companhia, para garantir que não fossem recebidos novamente como cidadãos de segunda. Enfim, de nada lhes valeu a não ser eu chamar uns nomes a quem estava por perto e apontar tudo o que estava a suceder no Livro de Reclamações.
Os argumentos eram, segundo a enfermeira da Triagem, de que «os sistemas informáticos dos dois hospitais são incompatíveis» e, segundo a médica que atendeu a Lipa, de que «não temos contactos com S. José», como se nunca tivesse sido inventado o telefone.
Mas olhe que você está melhor, comentou a dita clínica à rapariga. Melhor? Mas melhor com que termo de comparação, se a única análise que ela tinha à frente era a da sida?
Pois, se ainda tinham dúvidas de que este Governo tem por objetivo destruir o sistema de saúde público, e se não queriam acreditar que o fascismo está aí outra vez a definir quem é e não é socialmente aceitável, aqui fica uma história – deve haver muitas outras – a provar o contrário.
Tens tatuagens à vista? Pois não vás ao Hospital de Cascais se não quiseres ver a tua dignidade espezinhada. Por ali não se pratica nem humanidade, nem o juramento hipocrático, nem o que é suposto que o SNS faça. O que se pratica é a arrogância de um sistema que te esfrega na cara a condenação de que és lixo.
A Lipa lá ficou na cama, a chorar de dores e de raiva. E eu aqui estou a fazer a única coisa que (ainda?) posso fazer: contar o que aconteceu."
Rui Eduardo Paes
Jornalista cultural e crítico de música
Enfim...
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Caretas de Santo António
Numa altura em que só se fala das noivas de Santo António, das buscas da Maddie, do fanico do Cavaco, do Mundial do Brasil (que pelos vistos, a avaliar pelas obras em cima da hora, nem os brasileiros sabiam que ia haver lá tamanho evento)apeteceu-me partilhar convosco uma careta de santo popular, de alguém a precisar rapidamente de tirar umas férias.
Ainda no outro dia falava sobre falta de fotogenia e como as palhaçadas e parvoíces nunca ficam mal na hora H.
Pois que é isto. Internem-me.
Ainda no outro dia falava sobre falta de fotogenia e como as palhaçadas e parvoíces nunca ficam mal na hora H.
Pois que é isto. Internem-me.
quarta-feira, 11 de junho de 2014
E uma chapada nas fuças...não?
O post de hoje era para ser algo divertido, a sério que sim. Mas mal cheguei a casa e vi as notícias do dia, deparo-me com esta brilhante ideia em Londres (pelos vistos, já utilizada noutros países) de "afastar" os sem-abrigo dos prédios: colocar picos de metal no chão, para evitar que alguém ali durma.
Não é uma atitude fofinha? Ou seja, se alguém ficar sem dinheiro para pagar uma casa, se alguém for expulso do lar por desavenças familiares, que vá dormir literalmente debaixo da ponte ou aprenda a levitar para não tocar no chão. Que solidárias que estas pessoas me saíram.
Agora tratam-se as pessoas como animais? E nem os animais merecem! “Estes picos anti-sem-abrigo são como os que são usados para manter os pombos longe dos edifícios. Os sem-abrigo são considerados uma praga.” - diziam eles.
E se fosse a vossa mãe? O vosso avô? O vosso irmão? Não importava que ao tentar fechar os olhos e não pensar na vida miserável que têm, espetassem um pico nas costas ou na mão? E se fossem vocês, meus caros, que tiveram esta ideia brilhante...se fossem vocês a contar as esmolas do dia, enquanto espetavam um pico no cú? Soa mal, não é? Pois deve doer mais do que aquilo que soa, vos garanto.
Entretanto, multiplicaram-se outros exemplos: uma ponte na China cheia de mini-pirâmides que impedem pessoas de lá dormir, um parque no Japão com bancos redondos, feitos de modo a que seja impossível lá dormir.
Mas está tudo parvo agora???! A minha alma está de certeza.
Que pobreza de espírito... talvez os que tiveram esta ideia luminosa, tropecem nos ditos cujos e fiquem com a cara em obras. E mesmo assim, seria pouco.
Não é uma atitude fofinha? Ou seja, se alguém ficar sem dinheiro para pagar uma casa, se alguém for expulso do lar por desavenças familiares, que vá dormir literalmente debaixo da ponte ou aprenda a levitar para não tocar no chão. Que solidárias que estas pessoas me saíram.
Agora tratam-se as pessoas como animais? E nem os animais merecem! “Estes picos anti-sem-abrigo são como os que são usados para manter os pombos longe dos edifícios. Os sem-abrigo são considerados uma praga.” - diziam eles.
E se fosse a vossa mãe? O vosso avô? O vosso irmão? Não importava que ao tentar fechar os olhos e não pensar na vida miserável que têm, espetassem um pico nas costas ou na mão? E se fossem vocês, meus caros, que tiveram esta ideia brilhante...se fossem vocês a contar as esmolas do dia, enquanto espetavam um pico no cú? Soa mal, não é? Pois deve doer mais do que aquilo que soa, vos garanto.
Entretanto, multiplicaram-se outros exemplos: uma ponte na China cheia de mini-pirâmides que impedem pessoas de lá dormir, um parque no Japão com bancos redondos, feitos de modo a que seja impossível lá dormir.
Mas está tudo parvo agora???! A minha alma está de certeza.
Que pobreza de espírito... talvez os que tiveram esta ideia luminosa, tropecem nos ditos cujos e fiquem com a cara em obras. E mesmo assim, seria pouco.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Aquele momento...
...em que acordar em cima da hora + cúmulo da distração, me faz chegar assim ao trabalho.
Valeu-me a alma caridosa de uma colega, que me emprestou umas hawaianas! (Sim, Sofia, não viste este momento e agora estás a rir sem parar!)
Vou só ali esbofetear-me e volto já.
Valeu-me a alma caridosa de uma colega, que me emprestou umas hawaianas! (Sim, Sofia, não viste este momento e agora estás a rir sem parar!)
Vou só ali esbofetear-me e volto já.
domingo, 11 de maio de 2014
O que é isto?!
Foi exatamente o que me perguntei quando vi esta figura ontem na TV...
É um travesti, que tem o nome artístico de Conchita Wurst, e foi escolhido pela Áustria para representar o país e disputar a competição Eurovisão 2014. A sua canção «Rise Like A Phoenix, alusivo a um dos filmes de James Bond, ganhou mesmo!
Ah pois é...chegou, viu e venceu, mai nada!E com mérito, temos que o dizer. E este festival serve para isso mesmo, para cantar e espalhar talento.
Parece que a fofa da Conchita só quer mesmo reivindicar a igualdade entre sexos. Vai daí, decidiu ser uma aberração para alertar a sociedade.
Vamos lá ver: querem ser felizes e mudar, força. Querem dinamizar a vossa carreira artística? Força. Querem lutar pelos seus direitos? Força. Mas não digam que o propósito é chamarem a atenção para direitos de ambos os sexos, quando agem desta maneira. Querem ser mulheres? Sejam!!! Nada contra e o que interessa é as pessoas estarem bem consigo mesmas. Mas façam a coisa em condições, não causem sustos destes. Até porque muita gente que luta por esses mesmos direitos, não se identificam com estas situações.
Desculpem, gosto de igualdade sim e de pessoas lutadoras. Não gosto de circos. Ponto.
É um travesti, que tem o nome artístico de Conchita Wurst, e foi escolhido pela Áustria para representar o país e disputar a competição Eurovisão 2014. A sua canção «Rise Like A Phoenix, alusivo a um dos filmes de James Bond, ganhou mesmo!
Ah pois é...chegou, viu e venceu, mai nada!E com mérito, temos que o dizer. E este festival serve para isso mesmo, para cantar e espalhar talento.
Parece que a fofa da Conchita só quer mesmo reivindicar a igualdade entre sexos. Vai daí, decidiu ser uma aberração para alertar a sociedade.
Vamos lá ver: querem ser felizes e mudar, força. Querem dinamizar a vossa carreira artística? Força. Querem lutar pelos seus direitos? Força. Mas não digam que o propósito é chamarem a atenção para direitos de ambos os sexos, quando agem desta maneira. Querem ser mulheres? Sejam!!! Nada contra e o que interessa é as pessoas estarem bem consigo mesmas. Mas façam a coisa em condições, não causem sustos destes. Até porque muita gente que luta por esses mesmos direitos, não se identificam com estas situações.
Desculpem, gosto de igualdade sim e de pessoas lutadoras. Não gosto de circos. Ponto.
domingo, 13 de abril de 2014
As minhas estrelas
Na Sala, durante o trabalho: "Eu sou menino, a Maria é menina e tu és uma Vânia..." - e assim fico a saber que pertenço a outra espécie.
Espero bem que seja daquelas espécies que nunca nos falham e que lhes ficam no coração.
Eles são de facto a luz dos meus olhos e as mais brilhantes estrelas. As que estão sempre lá, a olhar de uma forma que mais ninguém nos olha :)
Bom domingo silenciosos***
Espero bem que seja daquelas espécies que nunca nos falham e que lhes ficam no coração.
Eles são de facto a luz dos meus olhos e as mais brilhantes estrelas. As que estão sempre lá, a olhar de uma forma que mais ninguém nos olha :)
Bom domingo silenciosos***
quarta-feira, 12 de março de 2014
Os Maias
Sempre fui boa aluna a Português, daquelas que nem precisava de marrar muito, tinha gosto na matéria e era a minha disciplina favorita. Valeu-me a média de 18 no 12º ano e aqui me confesso...que nunca li nenhuma Obra. Lia os resumos e conseguia falar das histórias como se eu própria as tivesse vivido.
Deparei-me com este fabuloso resumo dos Maias, pelo Ricardo Araújo Pereira e achei brilhante!!!
Tinha de partilhar, tal foram as gargalhadas sonoras cá por casa.
Perdoa-me Eça de Queiroz, mas não resisti!!!
Deparei-me com este fabuloso resumo dos Maias, pelo Ricardo Araújo Pereira e achei brilhante!!!
Tinha de partilhar, tal foram as gargalhadas sonoras cá por casa.
Perdoa-me Eça de Queiroz, mas não resisti!!!
quinta-feira, 6 de março de 2014
É impressão minha...
...ou o António Variações e o Raúl Meireles têm algumas semelhanças?
Ahahahaha, e amanhã já é Sexta!!! Siga!!
Ahahahaha, e amanhã já é Sexta!!! Siga!!
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
E bibó luxo!!!
No outro dia, enquanto jantava, vi uma reportagem sobre reclusas em Portugal e claro está, sobre a prisão de Tires.
E quase deixei a comida gelar na minha boca, tal foi o tempo que fiquei de boca aberta. As reclusas falavam na cela e descreviam o seu dia a dia na prisão, entre desabafos de saudades e o "se-soubesse-o-que-sei-hoje-ou-se-voltasse-atrás-não-faria-isto", diziam que iam à escola, aprendiam croché e a bordar e trinta por uma linha. Como se aquilo fosse a Universidade Sénior...
e a CELA? A cela estava mais acolhedora e melhor decorada do que o meu quarto...cortinados a condizer com tapete, prateleira com livros, almofadas a fazer pandan com a colcha, etc etc
Ou seja, nada contra a reabilitação VS castigo/condenação. Mas fazer de uma prisão uma colónia de férias, chocou-me. Traficaram, mataram pessoas, assaltaram. Cada uma com o seu crime.
Chocou-me pensar que há Sem abrigos por aí a não cometerem crimes, mas se calhar até deviam para ter comida e roupa lavada.
Chocou-me porque passa-se a mão pelo pêlo e dá-se uma palmadinha nas costas. Faz pensar que o crime compensa...
Fica aqui uma imagem, da diferença de celas aqui e no estrangeiro.
Não sou pelo exagero e pela violência dura nas penas ou sentenças, mas haja bom senso.
É uma prisão gente. Não o Inatel.
E quase deixei a comida gelar na minha boca, tal foi o tempo que fiquei de boca aberta. As reclusas falavam na cela e descreviam o seu dia a dia na prisão, entre desabafos de saudades e o "se-soubesse-o-que-sei-hoje-ou-se-voltasse-atrás-não-faria-isto", diziam que iam à escola, aprendiam croché e a bordar e trinta por uma linha. Como se aquilo fosse a Universidade Sénior...
e a CELA? A cela estava mais acolhedora e melhor decorada do que o meu quarto...cortinados a condizer com tapete, prateleira com livros, almofadas a fazer pandan com a colcha, etc etc
Ou seja, nada contra a reabilitação VS castigo/condenação. Mas fazer de uma prisão uma colónia de férias, chocou-me. Traficaram, mataram pessoas, assaltaram. Cada uma com o seu crime.
Chocou-me pensar que há Sem abrigos por aí a não cometerem crimes, mas se calhar até deviam para ter comida e roupa lavada.
Chocou-me porque passa-se a mão pelo pêlo e dá-se uma palmadinha nas costas. Faz pensar que o crime compensa...
Fica aqui uma imagem, da diferença de celas aqui e no estrangeiro.
Não sou pelo exagero e pela violência dura nas penas ou sentenças, mas haja bom senso.
É uma prisão gente. Não o Inatel.
sábado, 4 de janeiro de 2014
Está resolvido!!!!
Com a ventania que está lá fora, os homens do lixo escusam de aparecer...a esta hora Lisboa deve estar limpinha, os sacos já vão longe!!!
E assim o António Costa safou-se do problema da greve dos lixeiros, Alverca deve ter apanhado com tudo.
E assim o António Costa safou-se do problema da greve dos lixeiros, Alverca deve ter apanhado com tudo.
domingo, 1 de dezembro de 2013
Paul Walker
Então o rapaz é giro que dói, faz as minhas amigas babarem no cinema, põe a "Velocidade Furiosa" na boca do Mundo, torna-se um deleite para os olhinhos ao mesmo tempo que mostra talento para a sétima arte, e espeta-se assim num Porshe?
Estava eu a ver as minhas mariquices aqui no computador, quando leio isto:
O ator Paul Walker, protagonista da série de ação «Fast & Furious» («Velocidade Furiosa») morreu sábado aos 40 anos, vítima de um acidente de viação, confirmou o seu agente.
A notícia foi divulgada pelo sítio na Internet TMZ.com, que refere que o acidente de carro se deu na região norte de Los Angeles.
O ator estava num Porsche quando o motorista perdeu o controlo e bateu com o carro. A colisão fez com que o veículo se incendiasse e ambos os ocupantes morreram.
Paul Walker estava em Santa Clarita para uma exposição de carros num evento beneficente para arrecadar fundos para a tragédia nas Filipinas.
(Revista Lux)
A minha alma está parva.
Não é que fosse fã fã fã, mas mexeu comigo. talvez pela ironia de ter morrido numa situação que tantas vezes controlou em cena, a filmar para todos nós.
Perde-se um borracho, perde-se um grande talento, perde-se mais uma vida, ficando porém a certeza (quem sabe...) que o céu agora se pode tornar mesmo num paraíso.
Um bem hajas!!!
Estava eu a ver as minhas mariquices aqui no computador, quando leio isto:
O ator Paul Walker, protagonista da série de ação «Fast & Furious» («Velocidade Furiosa») morreu sábado aos 40 anos, vítima de um acidente de viação, confirmou o seu agente.
A notícia foi divulgada pelo sítio na Internet TMZ.com, que refere que o acidente de carro se deu na região norte de Los Angeles.
O ator estava num Porsche quando o motorista perdeu o controlo e bateu com o carro. A colisão fez com que o veículo se incendiasse e ambos os ocupantes morreram.
Paul Walker estava em Santa Clarita para uma exposição de carros num evento beneficente para arrecadar fundos para a tragédia nas Filipinas.
(Revista Lux)
A minha alma está parva.
Não é que fosse fã fã fã, mas mexeu comigo. talvez pela ironia de ter morrido numa situação que tantas vezes controlou em cena, a filmar para todos nós.
Perde-se um borracho, perde-se um grande talento, perde-se mais uma vida, ficando porém a certeza (quem sabe...) que o céu agora se pode tornar mesmo num paraíso.
Um bem hajas!!!
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Há sítios fantásticos...
...Como este café em Lisboa (Príncipe Real) que põe em prática aquilo que me apetece tantas vezes obrigar os outros a fazer.
Não é educação, é mais do que isso. É carácter.
Um bom exemplo para começar a semana****
Não é educação, é mais do que isso. É carácter.
Um bom exemplo para começar a semana****
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