Foi exatamente o que me perguntei quando vi esta figura ontem na TV...
É um travesti, que tem o nome artístico de Conchita Wurst, e foi escolhido pela Áustria para representar o país e disputar a competição Eurovisão 2014. A sua canção «Rise Like A Phoenix, alusivo a um dos filmes de James Bond, ganhou mesmo!
Ah pois é...chegou, viu e venceu, mai nada!E com mérito, temos que o dizer. E este festival serve para isso mesmo, para cantar e espalhar talento.
Parece que a fofa da Conchita só quer mesmo reivindicar a igualdade entre sexos. Vai daí, decidiu ser uma aberração para alertar a sociedade.
Vamos lá ver: querem ser felizes e mudar, força. Querem dinamizar a vossa carreira artística? Força. Querem lutar pelos seus direitos? Força. Mas não digam que o propósito é chamarem a atenção para direitos de ambos os sexos, quando agem desta maneira. Querem ser mulheres? Sejam!!! Nada contra e o que interessa é as pessoas estarem bem consigo mesmas. Mas façam a coisa em condições, não causem sustos destes. Até porque muita gente que luta por esses mesmos direitos, não se identificam com estas situações.
Desculpem, gosto de igualdade sim e de pessoas lutadoras. Não gosto de circos. Ponto.
domingo, 11 de maio de 2014
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Pausa
E agora uma pausa para...um beijo que apetece. Um abraço que enlouquece. Um arrepio que aquece. Um sorriso que enternece. Um amor que não se desvanece. Uma paixão que acontece.
Boa semana****
Boa semana****
domingo, 4 de maio de 2014
Forever
A todas as Educadoras e Auxiliares, um Feliz Dia da Mãe, pelas mães que somos todos os dias, de todos aqueles sorrisos. Pelas mães que somos sempre que multiplicamos os braços e as mãos, sempre que fingimos ter uma saúde de ferro, ouvidos à prova de bala e sempre que respondemos a tudo em segundos! Até mesmo quando adiamos uma simples ida à casa de banho, como se tivéssemos uma bexiga com
capacidade para 5 litros.
Não tivemos dores de parto, é verdade, mas temos sempre dores de costas. Não acordamos a meio da noite, mas arrastamos olheiras durante semanas.
Não os levamos para casa, mas carregámo-los das mais estranhas formas. Gritamos, fazemos papel de bruxas, ficamos roucas e muitas vezes até o nosso nome já nos mete aflição.
Como aguentámos? Aprendemos a ver com o coração. E dessa forma...you can see forever :)
E já agora, a minha mãe é mesmo a melhor do mundo e não há discussão possível ;)
capacidade para 5 litros.
Não tivemos dores de parto, é verdade, mas temos sempre dores de costas. Não acordamos a meio da noite, mas arrastamos olheiras durante semanas.
Não os levamos para casa, mas carregámo-los das mais estranhas formas. Gritamos, fazemos papel de bruxas, ficamos roucas e muitas vezes até o nosso nome já nos mete aflição.
Como aguentámos? Aprendemos a ver com o coração. E dessa forma...you can see forever :)
E já agora, a minha mãe é mesmo a melhor do mundo e não há discussão possível ;)
sábado, 3 de maio de 2014
A vida inteira.
Esta é daquelas imagens impossíveis de não serem olhadas umas 30 vezes. Vi isto e não resisti em vir partilhar na Sala.
Quantos suspiros e sorrisos deram no tempo em que leram a frase anterior?
Todos nós já esperamos e todos nós fomos esperados, pelo menos uma vez. Alguns, a vida inteira.
Pelas desculpas que nunca ouvimos, pelo abraço que ainda está a caminho, pelo perfume que nos faz ficar parados, pelas palavras que não foram ditas. Pelo beijo interrompido, pelo olhar que só nós conhecemos. E o sorriso...aquele que não tem cópia possível.
De forma feliz ou infeliz, todos esperamos sempre por alguma coisa, alguém.
Mesmo que de momento nem saibamos o quê.
Só reconhecemos quando vemos e temos. Quando aquele suspiro tremido diz "Chegaste". E do outro lado ouvimos "Estive sempre aqui" :)
Muitos suspiros de fim de semana***
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Cá estou eu!
Voltei, voltei!
Mil desculpas pela ausência e até mesmo dos vossos cantinhos, prometo actualizar-me :)
A minha experiência de ginásio continua, e a minha aversão a máquinas também. Mas tudo o que me ponha a dançar vale e hoje, no Dia Mundial da Dança, fiz o gosto ao pé e tirei a barriga de misérias. Como eu sou feliz a Dançar...e a conhecer sítios novos, como o que conheci estes últimos dias.
Alguém adivinha este paraíso?
Para além da baba que escorri com tamanhas paisagens, pude participar em diferentes actividades e uma delas foi um Workshop de Teatro - meu Deus, como eu gosto daquilo! Era capaz de o fazer a vida toda. Despir as camadas de cada emoção, perceber o que posso fazer e sentir com simples expressões corporais.
O teatro é muito mais que teatro, é introspeção e descoberta. É perceber quantos raios de sol podemos ser ao mesmo tempo, numa só vida :)
No teatro, sinto-me em casa! Claro que tentei fazer outras coisas, dancei Merengue e Kizomba, mas apesar de adorar música e ter muito boa vontade, um rochedo faria melhor. Fui um total desastre. A Kizomba então...parece um acasalamento :/
Tentei andar um pouco de bicicleta e lembrei-me do que dizem que "andar de bicicleta nunca se esquece", ok...mas perde-se o jeito e de que maneira, quase fui com a cara ao chão, mas safei-me ;)
Andava por lá o queriducho do Belmiro de Azevedo, a usufruir do que é dele, pois claro!
Está com um aspecto de velhinho mas nunca perde a postura.
Juro que estive mesmo para lhe perguntar se este produto teve saída...
Terminou assim...a estadia em Tróia :)
Mil desculpas pela ausência e até mesmo dos vossos cantinhos, prometo actualizar-me :)
A minha experiência de ginásio continua, e a minha aversão a máquinas também. Mas tudo o que me ponha a dançar vale e hoje, no Dia Mundial da Dança, fiz o gosto ao pé e tirei a barriga de misérias. Como eu sou feliz a Dançar...e a conhecer sítios novos, como o que conheci estes últimos dias.
Alguém adivinha este paraíso?
Para além da baba que escorri com tamanhas paisagens, pude participar em diferentes actividades e uma delas foi um Workshop de Teatro - meu Deus, como eu gosto daquilo! Era capaz de o fazer a vida toda. Despir as camadas de cada emoção, perceber o que posso fazer e sentir com simples expressões corporais.
O teatro é muito mais que teatro, é introspeção e descoberta. É perceber quantos raios de sol podemos ser ao mesmo tempo, numa só vida :)
No teatro, sinto-me em casa! Claro que tentei fazer outras coisas, dancei Merengue e Kizomba, mas apesar de adorar música e ter muito boa vontade, um rochedo faria melhor. Fui um total desastre. A Kizomba então...parece um acasalamento :/
Tentei andar um pouco de bicicleta e lembrei-me do que dizem que "andar de bicicleta nunca se esquece", ok...mas perde-se o jeito e de que maneira, quase fui com a cara ao chão, mas safei-me ;)
Andava por lá o queriducho do Belmiro de Azevedo, a usufruir do que é dele, pois claro!
Está com um aspecto de velhinho mas nunca perde a postura.
Juro que estive mesmo para lhe perguntar se este produto teve saída...
Terminou assim...a estadia em Tróia :)
quinta-feira, 24 de abril de 2014
sábado, 19 de abril de 2014
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